VITÓRIA SOFRIDA
Foram não sei quantas bolas na trave, a maioria delas contra os postes de Jefferson. Prova de que não estivemos muito bem no jogo contra o Friburguense. O primeiro tempo foi de dar sono, ou melhor, de irritar. Desculpem, carros leitores, mas não dá pra sofrer contra o Friburguense. E ontem, até o gol de Cajá, sofremos. E como sofremos! Mas fazer o que? O que esperar de alguns jogadores que já nos causaram algumas decepções?
O que estava ruim piorou. Não gosto de repetir aquela máxima de que há coisas que só acontecem ao Botafogo. Mas ontem Lúcio Flávio reforçou o velho ditado. Goleiro todo para o seu lado direito, cinco metros de gol vazio. O que será que ele quer aprontar comigo, qual será o truque, deve ter se perguntado o camisa 10. As quase oito mil pessoas teriam colocado a bola do lado esquerdo do goleiro. Mas só Lúcio Flávio pensou diferente. E perdeu o pênalti.
Dali em diante as vaias começaram. E todo esse cenário passou a me irritar. Não dá pra vaiar o time, por pior que ele seja, no decorrer de uma partida. Ontem, por sorte, São Carluito e São Heleno olhavam por nós. E voltamos felizes pra casa.
A cada dia amo mais o Botafogo!
Paulo Marcelo Sampaio
Enviado em Botafogo |
Janeiro 22nd, 2010 às 18:48
Já que o Estevam estipulou rodízio de capitães, após o jogo de ontem, eu nomearia as traves como tais, pois gritaram e foram mais firmes que qualquer jogador nosso.